| |
Conferência Internacional sobre Biocombustíveis
 Entre os dias 17 e 21, em São Paulo, acontece a primeira Conferência Internacional sobre Biocombustíveis, organizada pelo governo brasileiro. Paralelamente, a sociedade civil organiza o "Seminário internacional - Agrocombustíveis como obstáculo à construção da soberania alimentar e energética" que, além de contar com especialistas internacionais no assunto, "pretende questionar os mitos da sustentabilidade da produção industrial dos agrocombustíveis, aprofundar o debate do papel da agroenergia nas crises alimentar, energética e climática, e apresentar propostas políticas para o fortalecimento da soberania alimentar e energética". [Mais...]
A volta da energia nuclear
 Como a energia nuclear ameaça voltar a ter uma dimensão preocupante na América do Sul, com governos de diferentes países da região estabelecendo iniciativas que vão, desde a expansão da mineração de urânio, até a instalação de unidades de enriquecimento, a implantação de novos reatores e a construção de submarinos, a Fundação Heinrich Böll, o Grupo Ambientalista da Bahia (Gambá) e o Núcleo Amigos da Terra/Brasil resolveram promover uma oficina sobre os problemas da indústria nuclear no Continente. [Mais...]
Monoculturas
|
O tema das monoculturas ligadas à produção de energia está sempre presente nos dias atuais por conta das discussões sobre os efeitos das mudanças climáticas no mundo. Pensando nisso, a Fundação Heinrich Böll apoiou mais uma publicação que explorasse ainda mais este debate: "Lenha nova para a velha fornalha - A febre dos agrocombustíveis" _em cooperação com a Comunidade Européia_, de Sergio Schlesinger, que trata das monoculturas da cana-de-açúcar, da soja e da celulose, e traça um panorama de conseqüências para o Brasil, abordando desde os perigos para a segurança alimentar e o impacto sobre a água, até o empobrecimento das economias locais e a destruição de biomas. Clique aqui para ler a publicação. |
Conhecendo melhor a fundação
|
A nova sede da Fundação Heinrich Böll em Berlim foi inaugurada com um grande evento. Para a festa de inauguração, foi pedido que os escritórios internacionais preparassem um vídeo institucional capaz de mostrar um pouco do trabalho em cada país. Aqui você pode ver o do Brasil. |
Declaração Universal de Direitos Humanos
 Crédito: Urbano Holanda
Em comemoração aos 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, a Fundação Heinrich Böll organizou uma série de entrevistas e artigos para sua publicação Böll Thema (em alemão). A publicação ainda não está pronta, mas você pode ler aqui a contribuição do escritório Brasil: uma entrevista com Ignacio Cano, professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), especialista em temas como segurança pública, violência e direitos humanos, e que foi o autor da recente pesquisa sobre milícias no Rio de Janeiro. [Mais...]
O Brasil é viável?
 Tomando como base o título do livro de Joaquim F. de Carvalho (organizador), a Fundação Heinrich Böll vem fazer a mesma pergunta a uma série de pessoas envolvidas com o tema do meio ambiente: "O Brasil é viável?". Porém, aqui vamos focar na questão ambiental, sempre ameaçada por grandes projetos e pelo agronegócio, ainda mais com a saída de Marina Silva do Ministério do Meio Ambiente, em maio deste ano. Qual a sua opinião? Leia abaixo a opinião de dois jornalistas que cobrem o tema: » André Trigueiro - Jornalista com Pós-graduação em Gestão Ambiental pela COPPE/UFRJ, professor e criador do curso de Jornalismo Ambiental da PUC/RJ e autor do livro Mundo Sustentável - "Abrindo Espaço na Mídia para um Planeta em transformação" (Editora Globo, 2005). Desde 1996 apresenta o Jornal das dez da Globonews
» Daniela Chiaretti - Jornalista, repórter especial do jornal Valor Econômico
Segurança, tráfico e milícias no Rio de Janeiro
|
A Fundação Heinrich Böll convida para o lançamento da publicação "Segurança, tráfico e milícias no Rio de Janeiro", que acontecerá no dia 28, na UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), a partir das 18h.
Faça o download da publicação completa aqui >> Mais... |
Energia - a polêmica da Usina de Belo Monte
 A construção da usina de Belo Monte serviu como ponto de debate em Altamira (Pará), em maio deste ano. Cerca de mil pessoas, entre indígenas de diferentes etnias, ribeirinhos e integrantes de movimentos sociais e da sociedade civil, se reuniram na cidade para participar da reunião que discutiu os projetos de aproveitamento energético do rio Xingu. O foco central da mobilização era a usina hidroelétrica de Belo Monte, uma das obras prioritárias do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). O evento também tinha como objetivo criar um movimento unificado na bacia do Xingu para discutir as grandes ameaças à região, como o desmatamento, o envenenamento dos rios, os grandes projetos econômicos, o deslocamento forçado das populações tradicionais e indígenas, além de debater sobre o potencial da região para o desenvolvimento sustentado. O encontro teve apoio da Fundação Heinrich Böll Leia aqui uma entrevista com Célio Bermann, professor do Programa de Pós-Graduação em Energia da USP, que conta um pouco das suas impressões sobre o evento e sobre o polêmico tema da energia no Brasil.
Direitos Humanos e a indústria da cana Dando continuidade ao tema dos agrocombustíveis, a Fundação Heinrich Böll apoiou o estudo "Direitos Humanos e a indústria da cana", produzido pela organização parceira Rede Social de Justiça e Direitos Humanos. O trabalho, feito em conjunto com outras organizações, como a Comissão Pastoral da Terra e o MST, e com parcerias acadêmicas, tem como objetivo analisar os impactos do agronegócio e da indústria da cana nos direitos humanos, inclusive os civis, sociais e ambientais, no Brasil. Leia aqui o resumo da publicação ou faça o download completo do estudo. Para se inteirar ainda mais sobre o assunto, leia a entrevista feita com a coordenadora da Rede Social, Maria Luisa Mendonça.
Há 40 anos...
 1968 foi um ano agitado em todo o mundo. Nos Estados Unidos havia movimentos pacifistas (contra a guerra do Vietnã, principalmente) e contra o racismo. Na Europa Ocidental, estudantes se rebelavam contra as autoridades, enquanto no Leste Europeu acontecia a Primavera de Praga. E, no Brasil, que iniciava seu período mais duro da ditadura militar, com censura política e grande repressão policial, os universitários organizavam passeatas contra o governo. [Mais..]
|
|